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10 dúvidas sobre abdominoplastia: será que é para você?

10 dúvidas sobre abdominoplastia: será que é para você?  

No ranking das cirurgias estéticas mais desejadas pelas mulheres, a abdominoplastia já está entre as primeiras. Será que quem procura por esse procedimento sabe se os resultados reais combinam com o sonho da barriga sequinha? Reunimos então as 10 dúvidas mais comuns sobre a cirurgia para você entendê-la melhor! 1. Como é feita a abdominoplastia? Quando a mulher engravida ou engorda muito, o abdômen dilata e os músculos da região se afastam. Depois que o bebê nasce ou os quilos vão embora, eles podem voltar ao normal ou, então, permanecer um pouco separados. Nesse caso, reposicionamos essa estrutura ao fazer uma costura com vários pontos, chamada de plicatura O excesso de pele é puxado para baixo e cortado. Depois, a costura é feita horizontalmente, na altura dos pelos pubianos, e o buraquinho do umbigo é refeito. 2. Verdade que a cicatriz é muito grande? Depende. Quanto menor a retirada de pele e de gordura, menor o tamanho da marca. Além disso, não dá para prever exatamente se ela vai ficar mais suave ou perceptível porque depende da genética da paciente. Sempre que há uma troca: você melhora o contorno do corpo e, com isso, ganha uma cicatriz que pode, sim, ser extensa, às vezes de ponta a ponta da barriga. 3. Existe alguma contraindicação para a operação? Não se faz a cirurgia em menores de 18 anos. Se o paciente tiver alguma restrição alérgica, anestésica ou problemas de coagulação, também não pode se submeter ao procedimento. Os fumantes precisam passar por uma avaliação ainda mais rigorosa do que a habitual porque a nicotina contrai os vasos sanguíneos e atrapalha a irrigação dos tecidos. 4. Quem não teve filhos, mas planeja ser mãe, pode recorrer à técnica? Não é o ideal, mas pode. Com a gravidez, os músculos vão se afastar novamente, porém, menos do que antes. A flacidez também será menor. Uma mulher que nunca engravidou, mas já foi obesa, por exemplo, passa pelo mesmo processo de afastamento da musculatura que a gestante enfrenta. Se o emagrecimento foi rápido, como costuma acontecer depois da cirurgia bariátrica, a sobra de pele pode ser maior. E aí vale consultar um cirurgião de confiança para verificar se o procedimento é indicado nesse caso. Mas definitivamente não é o tipo de cirurgia para quem não tem excesso de flacidez abdominal e quer apenas perder a barriga. Se dieta e exercícios físicos não derem conta, o profissional pode recomendar a lipoaspiração. 5. Como saber se a abdominoplastia é técnica mais indicada para alisar o abdômen? Fique de pé e leve o tronco levemente para a frente. Se conseguir segurar somente a pele da região abaixo do umbigo, converse com seu médico sobre a possibilidade de fazer a abdominoplastia.. Se não conseguir, mas perceber flacidez, pode ser o caso de uma miniabdominoplastia. O procedimento é o mesmo, só que em uma área bem menor e, em alguns casos, sem a necessidade de costurar o músculo. 6. Ouvi dizer que as famosas fazem logo após o parto. Pode? Não. A mulher que dá à luz tem um período de aproximadamente 40 dias de puerpério, em que acontece uma série de alterações na coagulação, na parte hormonal e na retenção de líquidos. Por isso, não se deve fazer nenhum tipo de cirurgia estética nessa fase. Depois, se a paciente voltar à atividade física, vai recuperar o contorno corporal e pode nem precisar da operação. É por isso que os cirurgiões aguardam, em média, seis meses para avaliar a necessidade do procedimento. 7. A operação acaba com as estrias do abdômen? Se elas estiverem na parte que for retirada, geralmente abaixo do umbigo, sim. Caso contrário, pode acontecer apenas de melhorar o aspecto delas, mas nada vai fazer com que sumam. 8. Quanto tempo dura a cirurgia? De uma hora e meia a três horas e meia. O período de internação fica em torno de 48 horas. 9. Como é o pós-operatório? A recuperação dura entre 15 e 21 dias, quando já dá para voltar a dirigir e trabalhar. Só não vale pegar peso. Se houver plicatura dos músculos, o período sobe para um mês. Como os hematomas demoram até quatro meses para desaparecer, nada de praia nessa fase, já que o sol causaria manchas. Além disso, o tecido traumatizado pela técnica invasiva cria todas as condições para a retenção de líquidos. Para diminuir o desconforto e o inchaço, o cirurgião recomenda sessões regulares de drenagem linfática a partir de sete dias da operação. Também ocorre uma leve perda de sensibilidade na região durante os primeiros meses. 10. Como manter o resultado? São dois os segredos: o primeiro é manter o peso ou até emagrecer - o que não pode é engordar depois da cirurgia, o que, claro, compromete o resultado. O segundo é fazer atividade física para melhorar o tônus muscular do abdômen. Fonte.: http://mdemulher.abril.com.br/

Os benefícios da cirurgia plástica reparadora pós obesidade.

Os benefícios da cirurgia plástica reparadora pós obesidade.  

Perder peso não é só uma questão de estética, significa elevar a autoestima e conquistar qualidade de vida. As taxas de obesidade cresceram muito nos últimos anos elevando os riscos de infarto do miocárdio, hipertensão, diabetes ou arteriosclerose. Por isso, cada vez mais, obesos se submetem à cirurgia plástica de redução de estômago (cirurgia bariátrica), uma intervenção cirúrgica indicada para quem sofre de obesidade mórbida, ou índice de massa corpórea superior a 35%. Quando a obesidade atinge um nível crítico e a atividade física não causa mais efeito, é necessária uma intervenção médica. A cirurgia não tem fins estéticos, é um procedimento que vai alterar os hábitos e a qualidade de vida do paciente proporcionando uma vida mais longa e saudável. Os métodos para o tratamento cirúrgico contra a obesidade são bem radicais e devem ser feitos quando o paciente não consegue mais perder peso sozinho e corre risco de morte. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, o procedimento é praticado no Brasil há 20 anos, sendo que foram realizados 60 mil procedimentos em 2010 no País, um aumento de 33% em relação a 2009. Para submeter-se à cirurgia, o paciente deve estar com 45 kg acima do peso ideal ou IMC superior a 35%, ter faixa etária entre 16 e 60 anos e não possuir nenhuma doença contraindicada para a cirurgia. Esse procedimento cirúrgico não é recomendado para pessoas que têm cirrose hepática, problemas graves no pulmão, lesão no músculo cardíaco e insuficiência renal. Após a cirurgia de redução de estômago, o paciente geralmente apresenta flacidez no abdômen, braços, pernas e/ou mamas. O excesso de pele pós emagrecimento pode variar em diversos graus, de acordo com a flacidez presente antes da perda de peso, quantidade de quilos eliminados, características individuais da pele, entre outros fatores. O resultado pode comprometer a aparência, a autoestima, prejudicando até a higienização de determinadas áreas do corpo. Nesses casos, o paciente deve submeter-se a cirurgia plástica pós-obesidade para corrigir os transtornos do contorno corporal provocado pela cirurgia bariátrica. As cirurgias mais realizadas pós-obesidade são: Abdominoplastia (plástica de abdome), Correção de ginecomastia, Mamoplastia (plástica das mamas), Dermolipectomia de braços e coxas e Lifting de face.

 
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